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domingo, 16 de março de 2014

PV pode formar chapa majoritária.

Célia Sacramento ou Alan Lacerda pode concorrer vaga para o Governo do Estado.

 
 
Na manhã deste sábado (15) representantes e militantes do Partido Verde de vários estados se reuniram no Hotel Verdemar, em Salvador, para discutir a conjuntura política para as próximas eleições. No evento foi apresentado os pré-candidatos a deputados que disputarão as próximas eleições. Entre eles o apresentador Uziel Bueno, vereador Marcel Moraes, Ivanilson Gomes, entre outros.
A discussão foi bastante calorosa, e nada pode ser resolvido no mesmo dia, a maioria apoia que o partido forme chapa majoritária, principalmente para o governo do Estado da Bahia. O nome da vice-prefeita de Salvador, Célia Sacramento e do ex-vereador e atual presidente estadual do PV, Alan Lacerda foram cogitados e ovacionados pelos presentes.
Por causa da grande quantidade de ponto de vista abordado, nada foi batido o martelo, porque os vereadores e prefeitos da legenda pediram que o PV analise, também cada situação dentro dos municípios.


 

Apesar dos nomes dos políticos serem representativos, a decisão só deverá sair no próximo encontro, quando ocorrerá a decisão final da presidência nacional do partido. Para o pré-candidato a Dep. estadual Uziel Bueno, que escolheu o PV, o partido é marcado pela seriedade: “O Partido Verde é um partido sério e comprometido, por isso que escolhi a legenda. O sistema é bruto, mas pode ser verde”.
Até o momento, o próximo encontro não tem data prevista para acontecer.
 

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

PV escolhe candidato a Presidência da Republica.

 
O Partido Verde bateu o martelo nesta quinta-feira (13) e decidiu que vai lançar como candidato à Presidência da República o médico sanitarista, ex-deputado federal e ex-secretário do Verde e de Saúde de São Paulo, Eduardo Jorge. O pré-candidato propôs que o partido elabore dez diretrizes para o país e as apresente aos dirigentes nacionais, para que sejam referendadas, em um evento no mês de março, na capital paulista. Eduardo Jorge cumprirá um programa de visita aos estados para debater o programa de governo. Fonte: 25 HORAS.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Rede recusa 'cargo' no PSB e mantém criação de partido.

  • Em reunião comandada pela ex-senadora Marina Silva (PSB-AC), a Executiva Nacional Provisória da Rede Sustentabilidade decidiu neste domingo, 13, que nenhum dos filiados participará das instâncias partidárias do PSB. Num encontro que durou todo o dia, os aliados de Marina anunciaram que consolidarão a criação do partido e que a decisão de não integrar os diretórios estaduais ou a Executiva do PSB ajuda a "manter a identidade da Rede", deixando claro que se trata apenas de uma coligação "programática".
"Foi um gesto generoso do PSB (de oferecer espaço nas instâncias decisórias da legenda), mas a nossa decisão é importante para caracterizar a coligação", justificou Bazileu Margarido, da Executiva da Rede. Com a decisão, os "marineiros" criaram uma "comissão de interlocução" com o PSB, sob a liderança da ex-senadora, que ficará responsável por apresentar à sigla do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, as propostas para o plano de governo e as deliberações sobre as alianças regionais.

Também ficou decidido que não haverá mais filiações de "marineiros" à agremiação de Campos. "Esse processo de filiação (ao PSB) está encerrado", informou o dirigente da Rede. No encontro, que teve videoconferência com a militância nos Estados, houve aprovação "por aclamação" da aliança com o PSB. Eles admitem, no entanto, que o processo de convencimento de todos os militantes levará tempo. "Esse momento (de frustração da militância) não está superado. Vamos dialogar com a militância da Rede", afirmou Margarido. Durante a reunião, os "marineiros" anunciaram também que vão retomar o processo de coleta de assinaturas para validação do registro da sigla junto à Justiça Eleitoral.

Pesquisa. A ex-senadora evitou o contato com os jornalistas para "não se expor" e comentar o novo levantamento do Datafolha. "Ainda vamos debater isso com a base, mas a pesquisa teve um aspecto positivo, que foi o crescimento do Eduardo Campos", resumiu Margarido. A pesquisa realizada na sexta-feira, 11, apontou que a presidente Dilma Rousseff venceria no primeiro turno e teria 41% das intenções de voto, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) outros 21% e Campos, 15%.

Já o deputado Walter Feldman (PSB-SP) classificou como o crescimento "mais extraordinário" o aumento das intenções de voto registrado pelo governador. "Ele (Campos) até então era um candidato frágil porque (tinha) quatro pontos (de intenção de voto) no início, sem perspectiva de exposição e problemas eleitorais. Ele teria muitas dificuldades. O próprio PSB fala que esperava que (ele) só teria dois dígitos no ano que vem. Então, na minha avaliação, é o crescimento mais extraordinário", disse.

A pesquisa foi a primeira divulgada após a ida de Marina, que tentou viabilizar sem sucesso a criação do seu partido, para o PSB presidido pelo governador de Pernambuco. Feldman, ex-tucano, seguiu os passos de Marina. Na avaliação de Feldman, Campos é o candidato com melhores condições de avançar nas próximas pesquisas porque conta com baixa rejeição e ainda é desconhecido de grande parte do eleitorado, o que o leva a ter um potencial de crescimento maior.

Para o parlamentar, os eleitores de Marina "evidentemente" se dividiram e agora ocorre um processo de "decantação da decisão" da ex-ministra de migrar para o PSB. Ele disse que não se preocupa com o fato de Dilma ter herdado a maior parte do espólio eleitoral de Marina, uma vez que, na opinião dele, ainda "não está claro" que ela se retirou da disputa em 2014 e vai ceder seu "patrimônio" para Campos.

"A hora que tiver o desdobramento das informações, a nossa avaliação é que uma parte ponderável (das intenções de voto) virá para cá. Até porque Marina representa uma parte daquilo que não se representa na Dilma e não reconhece no Aécio as condições de ser o destinatário. É uma questão de tempo", disse.

Questionado se Marina poderia ser a cabeça de chapa do PSB em 2014, pelo fato de em outra simulação na qual concorre levar a disputa para o segundo turno, Feldman negou categoricamente. Segundo ele, seria contraditório para a postura de "desprendimento" da ex-ministra. Ele disse que Marina cedeu seu patrimônio para quem ela considera ter melhores condições para levar adiante o programa da Rede Sustentabilidade e depois ficar "conspirando o tempo todo, abalando e dificultando" a atuação do novo partido. Fonte: Daiene Cardoso e Ricardo Britto./ O Estadão.