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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Marcelo Abreu lança nova proposta, mas categoria analisa e deverá decidir nesta quinta (7)

Por Adailton Reis (adailtonreisbahia@hotmail.com)/Informações: ASPROLF.


Marcelo Abreu, atual secretário de Educação.

O Sindicato dos Professores em Educação de Lauro de Freitas (ASPROLF) estiveram em nova reunião nesta quarta-feira (6) com representantes da prefeitura no Terminal Turístico Mãe Mirinha de Portão. O Secretário de Educação Marcelo Abreu  lançou proposta de 10% sendo essa complementação escalonada em 4% agora em maio, 3% em novembro deste ano e os outros 3% em fevereiro de 2016; ainda condicionado à suspensão da Redução da Carga Horária de Trabalho, dos profissionais dos Anos Iniciais, até 31 de dezembro deste ano.

Porém sem definição o ASPROL lançou a contra proposta de atualização do Piso em 13,01%, sendo 10% pagos dentro de 2015, nos meses de maio, setembro e novembro, 3,01% em fevereiro de 2016, sem a suspensão da carga horária para nenhum dos segmentos dos professores. Segundo o diretor da ASPROLF, Valdir Santos a proposta foi única: "Por entender que a classe trabalhadora é única, e a luta é igual por um mesmo objetivo e em defesa de todos".
 

O sindicato ainda cobra da gestão melhorias dentro das escolas, que segundo discurso nas Ruas, muitas sofrem com problema estruturais, como falta de carteiras, bebedouros, ventiladores, mesas e cadeiras, além de condições precarias nas rede eletricas, no que poem em risco a vida do aluno e dos profissionais envolvidos.

Muitos professores aguardaram a decisão do pátio.
 
Nesta quinta-feira (7), a partir das 14h, a categoria retornam para nova negociação, onde serão levadas a propostas e decisões desta quinta pelos professores.



segunda-feira, 2 de abril de 2012

Intransigência da prefeita Moema Gramacho faz greve continuar.

O impasse entre trabalhadores e governo municipal de Lauro de Freitas continua. Na reunião que ocorreu na manhã desta segunda-feira (02), no Centro de Cultura de Portão, e que se encerrou às 15h, a categoria não aceitou a proposta feita pelo Poder Executivo. No entendimento do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (ASPROLF), a prefeitura está com a mesma proposta de retirada de gratificações para o cumprimento da Lei do Piso.

A proposta apresentada pelo governo é a seguinte: retirada de adicional de atividade extraclasse de 25%. Dos 25%, 18.92% vão para o vencimento base; e o restante para a regência de classe. A prefeitura apresentou também proposta de aumento no reajuste do ticket de alimentação de R$ 6,00 para R$ 8,00, em cartão individual, para todos os trabalhadores em educação, a partir de maio.

No encontro, profissionais da educação escolar (professores e funcionários de escola), com cartazes, apitos e carro de som cantando o melô do piso de Lauro de Freitas, fizeram de 10 em 10 minutos manifestação para chamar a atenção do governo.

Os trabalhadores exigem o cumprimento do piso estabelecido pela Lei 11.738/08 e a manutenção da Lei 1.375/2010, que dispõe sobre o estatuto e plano de carreira do magistério. A categoria não aceita retirada de direitos estatutários. De acordo com a ASPROLF, a prefeitura precisa cumprir com a Lei 11.738/08 e a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou piso como vencimento base, sem considerar as gratificações.

Amanhã (03), a categoria fará nova assembleia na Praça de Lauro de Freitas, em frente à prefeitura, às 14h, para definir os rumos do movimento grevista. Fonte: Globo.com

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Sindicatos votam nesta segunda acordo para fim da greve dos bancos.


Os sindicatos dos bancários em todo o país devem realizar assembleias nesta segunda-feira (17), para votar pela aprovação ou não do acordo que pode encerrar a greve da categoria, que teve início em 27 de setembro. Na Bahia, a categoria se reúne às 18h, no Ginásio de Esportes, nos Aflitos. 


Segundo informações do Sindicatos dos Bancários da Bahia, esta é a maior greve dos últimos 20 anos, com mais de nove mil agências paradas. Somente na Bahia, mais de 700 unidades estão fechadas e 80% dos trabalhadores aderiram à paralisação nacional.
A proposta a ser votada foi fechada na última sexta pela Federação Nacional de Bancos (Fenaban) e pelos representantes do Comando Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
Segundo Carlos Cordeiro, presidente da Contraf e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, os sindicatos foram orientados a aceitar a proposta. Se o acordo for aprovado pela maioria dos cerca de 140 sindicatos da categoria, os bancários retornam ao trabalho na terça-feira (18).
Em Curitiba, o sindicato dos bancários já aprovou a proposta no domingo, e as agências devem reabrir nesta segunda-feira.
A Fenaban apresentou proposta de 9% de reajuste sobre salários, retroativos a 1º de setembro, e 12% de reajuste no piso da categoria, que passa de R$ 1.250 para R$ 1.400 para a função de escriturário.
Também houve avanço na discussão sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). A partir de agora, cada trabalhador poderá receber até 2,2 salários mais R$ 2.800 por ano (contra 2,2 salários mais R$ 2.400).
"Para a gente é um resultado positivo porque o grande debate, o principal entrave, era em relação ao reajuste. Agora teremos 1,5% de aumento real", disse Cordeiro. A proposta anterior da Fenaban era de aumento de 8%, o que resultaria num ganho real de 0,56%.
Em relação ao piso da categoria, o aumento real foi de 4,3%, segundo o presidente da Contraf. Será o oitavo ano consecutivo que os trabalhadores do setor terão aumento real.
"Este foi um processo de negociação bastante longo, mas que finalmente levou a um acordo entre as partes, construído na mesa de negociação", disse, em nota, o diretor de Relações do Trabalho da Fenaban, Magnus Apostólico.
Os dias de paralisação não serão descontados e serão compensados até o dia 15 de dezembro, segundo a Contraf. Como em anos anteriores, eventual saldo após esse período será anistiado.
De acordo com a Fenaban, o auxílio-refeição será de R$ 19,78 e a cesta-alimentação passa para R$ 339,08 por mês, além de 13ª cesta no mesmo valor. O auxílio creche mensal será de R$ 284,85 por filho até 6 anos.
HistóricoOs bancários entraram em greve no dia 27 de setembro, por tempo indeterminado, após a quinta rodada de negociações com a Fenaban, ocorrida no dia 23. A proposta patronal contemplava reajuste de 8% sobre os salários, o que representava aumento real de 0,56%, segundo a Contraf. A reivindicação inicial da categoria era de 12,8% de reajuste, sendo 5% de aumento real.
Na quinta-feira, 9.254 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados ficaram fechados em todo o país, segundo balanço da Contraf. O número equivale a 46,1% dos 20.073 estabelecimentos do país. Fonte: G1.

sábado, 15 de outubro de 2011

Bancários baianos avaliam proposta da Fenaban e greve pode acabar nesta segunda (17).

A greve dos bancários que já dura 20 dias pode acabar nesta semana, caso os sindicatos estaduais aprovem a nova proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) que prevê 9% de reajuste salarial. Os baianos em greve se reunem em assembleia marcada para esta segunda-feira (17) às 18h, no Ginásio de Esportes, nos Aflitos.

Segundo informações do Sindicatos dos Bancários da Bahia, esta é a maior greve dos últimos 20 anos, com mais de nove mil agências paradas. Somente na Bahia, mais de 700 unidades estão fechadas e 80% dos trabalhadores aderiram à paralisação nacional.

De acordo com Carlos Cordeiro, presidente da Contraf e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, em relação ao piso da categoria, o aumento real foi de 4,3%, além de 12% de reajuste no piso da categoria, que passa de R$ 1.250 para R$ 1.400. Os dias parados também não serão descontados, mas devem de ser compensados até o dia 15 de dezembro.

Assembleias

Os sindicatos estaduais precisam aprovar a proposta em assembleias, previstas para ocorrer na segunda-feira."Vamos orientar os sindicatos a aceitar a proposta", afirmou Cordeiro. Se o acordo for aprovado pela maioria dos cerca de 140 sindicatos da categoria, os bancários retornam ao trabalho na terça-feira (18).Fonte: Redação Correio.