Quem precisa pegar ônibus em Salvador deve ficar atento nas primeiras horas desta quarta-feira (16). Os rodoviários da capital baiana realizarão um protesto a partir das 4h e a cidade amanhecerá sem ônibus. De acordo com o diretor de comunicação do sindicato, Daniel Motta, a manifestação acontece em protesto pela violência e falta de segurança para os rodoviários.
De acordo com Hélio Ferreira, representante do Sindicato dos Rodoviários, os ônibus permanecerão nas garagens até às 8h. “Os rodoviários permanecerão nas garagens em assembleia discutindo a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) que foi acordado com os empresários mas ainda não foi implantada. Além de cobrar mais segurança para a categoria”, declarou.
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terça-feira, 15 de dezembro de 2015
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Professores da rede municipal devem decidir rumos da greve nesta segunda (1º)
Por Adailton Reis (adailtonreisbahia@hotmail.com)/Imagem: ASPROLF.
Mesmo
sendo considerada como ilegal pela justiça, a greve dos
profissionais em educação das escolas municipais de ensino de Lauro
de Freitas ainda continua. Segundo a Secretaria de Educação
(Semed) na última quinta-feira (28) foi expedida pela justiça uma
liminar que solicitava dos grevistas o retorno as salas de aula, no
prazo de 24 horas, sob pena de pagamento de multa de R$10 Mil, por
dia, caso fosse descumprido a ordem. Nesta segunda-feira, 1º de
junho, às 14h, está prevista uma assembleia geral na Escola
Municipal Dois de Julho, no bairro de Itinga para deliberar os rumos
do movimento.
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Greve.
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Lauro de Freitas: Trabalhadores em Educação decretam greve a partir de segunda-feira (18)
Por Adailton Reis (adailtonreisbahia@hotmail.com)/ Informações: ASPROLF.
| Por unanimidade categoria decreta greve, a partir de segunda(18). |
Os trabalhadores em educação da rede municipal de
Lauro de Freitas voltaram a se reunir na tarde de ontem (12), na Escola Municipal
Dois de Julho no bairro de Itinga, para decidir o rumo do movimento. Em Assembleia Geral Extraordinária, por decisão unanime eles deccretaram que entrarão em greve por tempo indeterminado, a partir de segunda-feira (18).
Segundo o Sindicado dos Trabalhadores em Educação de LAuro de Freitas (ASPROLF), a decisão da categoria é resultado da falta
de respeito do governo municipal com o ano letivo escolar que continua sem
professores e sem auxiliares de classe. Segundo eles, no último dia 06 de maio o
governo publicou medidas através de decreto que proíbe qualquer tipo de
contratação até o final do ano. Outro ponto fundamental para a classe
trabalhadora é a reserva da carga horária de trabalho, que o governo quer
suspender a todo custo, passando por cima de uma Lei Federal.
O sindicato protocolado na Câmara Municipal de Lauro de Freitas,
no gabinete do Prefeito Márcio Paiva (PP) e na SEMED, um documento relatando os
principais fatores que levaram a categoria a greve. Confira os principais pontos:
- A falta de professores e auxiliares de classe nas escolas municipais, situação que ficará ainda mais difícil com a publicação do Decreto Nº 3.863, de 06 de maio de 2015;
- Engessamento da carreira do magistério, que paralisa processos administrativos, enquadramento, dedicação exclusiva, retroativos de processos não pagos, tabela de pagamento (esta prometida e não cumprida);
- A atualização do piso deve ser desdobrada da seguinte forma: os professores MI devem ter sua atualização já, enquanto os demais níveis segue o que foi proposto em mesa (10% escalonado dentro do ano de 2015);
- Rejeição do documento apresentado pelo governo
- Reitera a categoria na decisão de NÃO suspensão da Redução da Jornada para qualquer segmento;
- Agenda de reunião para quinta-feira (14), às 14h, no Centro de Cultura de Portão.
- Contra a política de estágio nas escolas da forma como está sendo feita;
- Presença do prefeito Márcio Paiva nesta próxima reunião.
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Greve.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Professores de Lauro de Freitas continuam paralisados com indicativo de greve
Por Adailton Reis (adailtonreisbahia@hotmail.com)/Imagem: ASPROLF.
![]() |
| Professores realizaram caminhada ontem (29) até Itinga e Hoje (30) um ato no Centro da cidade. |
Os professores da rede municipal de
ensino do município de Lauro de Freitas, ainda estão com as atividades paralizadas com indicativo de greve a qualquer momento. Nesta
quinta-feira (30), pela manhã, após reunião com o secretário
de governo Márcio Leão, eles realizaram mais um ato no Centro da cidade. Na próxima quarta-feira (6) deverão decidir se entrarão
em greve geral ou não. Só este mês o grupo se reuniu pela terceira
vez com representantes do executivo, mas sem acordo definitivo.
O
Sindicato dos Professores em Educação de Lauro de Freitas (ASPROL)
exige da prefeitura uma proposta de atualização do piso dos
trabalhadores, solução para o déficit de servidores nas escolas,
além das pendências administrativas da Secretaria de Educação
(SEMED) com os profissionais.
Na
última reunião (28), uma proposta de atualização pelo índice
inflacionário (6,5 %) foi feita pela prefeitura, mas recusada pela
categoria. Eles pedem, no mínimo, um aumento estipulado pelo
Ministério da Educação (MEC), que é 13,01% para magistério.
Segundo o Coordenador geral da ASPROL, Valdir Siva: “O Sindicato
não vai condicionar a atualização do Piso à suspensão da Redução
da jornada de Trabalho, e a categoria não tem interesse algum na
greve mas sim em negociar e encontrar uma solução para os problemas
existentes, mas sem de forma alguma abrir mão da atualização do
piso e da Redução da Carga Horária”.
O
Secretário Marcelo Abreu afirma que por conta dos problemas
orçamentário na folha da Secretaria, vai manter a proposta
apresentada na reunião anterior.
Em
nota
a
prefeitura
afirma
que
desde
o
início
da
gestão,
foi
proporcionado
35%
de
aumento
salarial
aos
professores
e
que
o
município
precisa
seguir
o
que
está
estabelecido
pela
Lei
de
Responsabilidade
Fiscal,
que
determina
sobre
o
gasto
de
50%
da
folha
com
pagamento
de
pessoal.
Referente
a
paralisação
diz
reconhecer
o
direito
a
greve,
mas
não
concorda
com
a
possibilidade,
pois
prejudicará
cerca
de
30
mil
alunos.
Segundo
ela,
sempre
esteve
aberta
ao
diálogo.
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Greve.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Lauro de Freitas: Servidores públicos prometem greve geral a partir desta sexta-feira (17)
Por Adailton Reis (adailtonreisbahia@hotmail.com).
Servidores públicos da prefeitura de Lauro de Freitas prometem greve geral a partir desta sexta-feira (17). Segundo eles, o motivo é a defasagem do salário e o não aumento pelo prefeito desde o ano passado. Funcionários de várias secretarias devem aderir a greve, já foi iniciada ontem, pelos professores da rede municipal.
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terça-feira, 8 de outubro de 2013
Bancários rejeitam contraproposta dos bancos e marcam passeata.
Em assembleia realizada na noite desta segunda-feira (7), os bancários
rejeitaram a contraproposta dos bancos feita nesta última sexta-feira (4) e a
greve, iniciada no dia 19 do mês passado, continua. Segundo o presidente do
Sindicato dos Bancários da Bahia, Euclides Fagundes, a categoria vai fazer uma
passeata pelo Centro de Salvador às 16h30 desta quarta-feira (9).
Também está marcada uma assembleia, às 18h30, nesta quinta-feira (10). Na nova
proposta, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) elevou de 6,1% para 7,1%
(aumento real de 0,97%) o índice de reajuste sobre os salários e para 7,5% sobre
o piso salarial (ganho real de 1,34%), além de propor alta de 10% na parcela
fixa da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), cuja fórmula de cálculo será
mantida, conforme informou a Agência Brasil.
Entre os itens da pauta de reivindicações dos trabalhadores, estão o reajuste salarial de 11,93%, PCCS (Plano de Cargos, Carreiras e Salários) para todos os bancários, piso salarial de R$ 2.860,21, calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócioeconômicos (Dieese), fim das metas e do assédio moral, além de mais contratações. Fonte: IBahia.
Entre os itens da pauta de reivindicações dos trabalhadores, estão o reajuste salarial de 11,93%, PCCS (Plano de Cargos, Carreiras e Salários) para todos os bancários, piso salarial de R$ 2.860,21, calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócioeconômicos (Dieese), fim das metas e do assédio moral, além de mais contratações. Fonte: IBahia.
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sábado, 26 de maio de 2012
Rodoviários aceitam decisão do TRT e encerram a greve.
Depois de quatro dias, a greve dos rodoviários chegou ao fim. Em assembleia na manhã deste sábado (26), no Sindicato dos Eletricitários, a categoria decidiu aceitar a decisão do julgamento do dissídio coletivo realizado ontem no Tribunal Regional do Trabalho (TRT).
Durante a assembleia, o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Manoel Machado, determinou que os trabalhadores voltem ao trabalho imediatamente. Agora, os motoristas e rodoviários estão se dirigindo para as garagens das empresas para retomar a circulação de ônibus nas ruas.
Durante a paralisação, população teve que aguentar volta para casa se apertando nos transportes disponíveis.
No julgamento do dissídio coletivo, a desembargadora Maria das Graças Boness relatou que um conjunto formado por quatro desembargadores concedeu, após debate e votação, um aumento de 7,5% para a categoria, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), além do aumento do tíquete-refeição, de R$ 10,60 para R$ 11,22, e o retorno do quinquênio - benefício concedido a cada cinco anos de trabalho na empresa.
O TRT considerou ainda a greve abusiva e determinou que, se o Sindicato dos Rodoviários (Sintroba) não retomasse as atividades ontem, a categoria pagaria uma multa de R$ 150 mil, descontada diretamente da conta bancária da organização. Em seguida, a cada 24 horas seriam descontados mais R$ 50 mil, além de descontos dos dias parados.
A categoria reivindicava reajuste de 13,8% no salário-base; retorno do quinquênio, retirado em 2006; e 30 tíquetes por mês de R$ 12. Os empresários ofereciam reajuste dos salários em 4,98%; se negavam a conceder o quinquênio; e queriam manter os atuais 26 tíquetes por mês de R$ 10,60. Fonte: Redação Correio.Foto: Lorena Vinturini.
Durante a assembleia, o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Manoel Machado, determinou que os trabalhadores voltem ao trabalho imediatamente. Agora, os motoristas e rodoviários estão se dirigindo para as garagens das empresas para retomar a circulação de ônibus nas ruas.
Durante a paralisação, população teve que aguentar volta para casa se apertando nos transportes disponíveis.
No julgamento do dissídio coletivo, a desembargadora Maria das Graças Boness relatou que um conjunto formado por quatro desembargadores concedeu, após debate e votação, um aumento de 7,5% para a categoria, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), além do aumento do tíquete-refeição, de R$ 10,60 para R$ 11,22, e o retorno do quinquênio - benefício concedido a cada cinco anos de trabalho na empresa.
O TRT considerou ainda a greve abusiva e determinou que, se o Sindicato dos Rodoviários (Sintroba) não retomasse as atividades ontem, a categoria pagaria uma multa de R$ 150 mil, descontada diretamente da conta bancária da organização. Em seguida, a cada 24 horas seriam descontados mais R$ 50 mil, além de descontos dos dias parados.
A categoria reivindicava reajuste de 13,8% no salário-base; retorno do quinquênio, retirado em 2006; e 30 tíquetes por mês de R$ 12. Os empresários ofereciam reajuste dos salários em 4,98%; se negavam a conceder o quinquênio; e queriam manter os atuais 26 tíquetes por mês de R$ 10,60. Fonte: Redação Correio.Foto: Lorena Vinturini.
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